Análise morfológica das células de um tecido sem a análise
da arquitetura tecidual. É uma das grandes ferramentas
para auxiliar o médico veterinário no diagnóstico, prognóstico
e na tomada decisões frente a casos clínicos. Oferece inúmeras
vantagens, uma vez que as técnicas de obtenção do material
são muito simples, de baixo custo e muitas vezes proporcionam
resposta diagnóstica rápida. Porém como toda técnica nem
sempre o parecer é definitivo. A grande maioria dos exames
citológicos devem ser confirmados por exame histopatológico,
devido à possibilidade do material colhido ser pouco
representativo. Também há restrições quanto a avaliação
prognóstica, pois tal exame avalia somente as características
de células isoladas ou em blocos, ao passo que o exame
histopatológico permite avaliar a arquitetura do tecido como
um todo, ou seja, a inter-relação entre células. Existem três
tipos de exame citológico.

CITOLOGIA ESFOLIATIVA: consiste em remover as células
mais superficiais da lesão através de esfoliação (raspagem).

CITOLOGIA POR DECALQUE (“IMPRINT”): também se baseia
na remoção de células superficiais de uma lesão ou da superfície
de corte de um órgão, através do contato de superfície em
questão com a de uma lâmina microscópica. É uma técnica
muito utilizada em sala de necrópsia para confirmação de suspeitas
levantadas à macroscópia, com resposta rápida.

CITOLOGIA ASPIRATIVA POR AGULHA FINA: há remoção
das células da lesão pela avulsão promovida através
da utilização de uma agulha fina. Com esta técnica
podemos obter células de vários planos do tecido.

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